
Recomeçar
com avisos simples:
a flor no jardim,
o bem-te-vi na varanda,
as chuvas de verão.
Eles não prometem controle,
não oferecem mapas,
apenas lembram:
crescer exige
confiança no invisível.
Há um tempo de escuro,
um tempo de espera,
um tempo em que nada se vê.
A semente não tem pressa.
Aceita, em sua profundidade,
o adubo que acolhe.
E brota ser.